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quinta-feira, maio 20, 2004

Feira do Livro do Porto 

Começou ontem! Esperam-se as habituais romarias... Para orientar, este ano o site da feira tem indicações relativamente ao programa e aos livros do dia.

// teresa @ 10:23 da manhã
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domingo, abril 18, 2004

O Código Da Vinci, de Dan Brown  

«A Bertrand edita O Código Da Vinci, um impressionante êxito mundial em que Dan Brown se revela um génio criativo não só a nível do suspense mas também da própria complexidade do enredo.
O Código Da Vinci é uma obra simultaneamente vertiginosa, inteligente e intrincadamente recheada de elementos científicos e de pormenores inesperados. Das primeiras páginas à imprevisível e surpreendente conclusão, Dan Brown, autor de outros best-sellers, prova ser um exímio contador de histórias.
O livro será colocado à venda no próximo dia 22 de Abril.»

Para abrir o apetite, uma pequena sinopse:
«Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso simbologista de Harvard, podem desvendar. Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.
Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.»

Recomendo a todos a leitura deste livro, sobretudo a adeptos de suspense, reviravoltas surpreendentes, história de arte e maçonaria.

// vania @ 6:25 da tarde
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sexta-feira, março 26, 2004

Send Books not Bombs! 

Para dar um sorriso às crianças, principais vitimas da guerra, nasceu o projecto Books4Peace.

O objectivo é criar uma biblioteca de livros infantis que serão enviados para o Iraque para serem distribuidos pelas ruas, às crianças orfãs da guerra.

É uma iniciativa na qual é muito fácil participar, aqui em baixo fica o link para o projecto:



Contribuam com um livro infantil, de preferência com muitas imagens ou desenhos por causa da barreira da lingua.

PoetaVampiro

// Gelkiss @ 1:08 da tarde
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sexta-feira, fevereiro 20, 2004

encontro nacional a propósito do euro 2004 

acho a ideia muito boa.
não faço parte da organização, só vi o assunto no forum português, e achei que valia a pena trazê lo para aqui...
a ideia fundamental é aproveitar a afluência de estrangeiros ao nosso país, para conseguir um encontro de várias nacionalidades unidas pelo gosto da leitura.
parece bem, não parece?

// teste @ 9:33 da tarde
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segunda-feira, dezembro 15, 2003

ser = ousar ser 






«(...) um censor lá dentro disse “Olha, você não pode aparecer pintado desse jeito, porque isso e coisa de mulher”. Eu disse: “Olha, me mostra uma mulher com a cara pintada de branco do queixo ate a testa, de preto do nariz ate a orelha. Eu nunca vi uma mulher pintada assim”(...) “Mas não se pode requebrar”. E eu: “tudo bem, não precisa me mostrar da cintura pra baixo”. Ele não desistiu: “Mas, e esse olhar?”».

Em plena década de 70, desponta no panorama artístico brasileiro uma figura que exala sensualidade, desdobra as palavras no seu timbre único mas que, sobretudo, não desvia o olhar. Para Ney Matogrosso, a musica, a arte, só existem enquanto troca, comunicação. E o seu corpo, como o seu olhar, não se calam. Um olhar que causa um formigueiro no conservadorismo brasileiro, o do “homem-macho”. Como refere o próprio, estava “incomodando ao nível da inconsciência deles”.

O livro e na essência uma recolha do trabalho fotográfico que Luiz Fernando Borges da Fonseca fez com Ney. As imagens são, no entanto, intercaladas com palavras, um pequeno ensaio de Bene Fonteles e uma entrevista, na qual o interprete se revela de forma sincera e fluida, recordando a adolescência problemática, a sua experiência nos Secos & Molhados, o seu lugar cativo na musica, como expressão artística e global.





Luiz Fernando, «amigo e irmão de Ney», começou por fotografa-lo para as capas dos seus discos, mas amizade e proximidade que criaram permitiu-lhe desenvolver um belíssimo trabalho fotográfico. Fundido no pantanal, corpo a corpo com uma figueira encantada, Luiz Fernando vai captando aquela figura complexa, nas suas muitas formas. “Prefiro ser uma metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”, canta Ney. Para o palco transporta a multiplicidade da sua natureza, da sua verdade. E no palco que Ney Matogrosso vai exercer o seu “exercício de liberdade”. Tendo a musica como fio condutor, o palco vai ser o seu espaço de criação. A musica em Ney tem que ser imagem, ter cheiro, ser expressão. Cria personagens, num teatro sincero, não encena a mentira. «(...) parecia que aquilo que eu tinha puxado com a roupa trazia outro ser. Não era eu. Mas dava passagem claramente para alguma coisa que aquela roupa colocava”. Na sua performance sobressai a maneira como explora a ambiguidade masculino/feminino, o que leva a que alguns o considerem demasiado sexual, mas que se vem a revelar como uma inesperada energia transformadora. «A sexualidade e um estimulo. Quando chega uma pessoa de 70 anos e me diz: “Eu achava que estava morto mas você me fez ver que não”. Eu fico feliz.»





Para Ney Matogrosso, o espaço artístico e o espaço da transmutação por excelência. Transformar aquilo que temos em algo bom de oferecer. Ney da o que tem de melhor, uma voz especial e a sua interpretação das palavras que repesca de diferentes pontos da variadissima paisagem musical brasileira. Mescla estilos, canta Vinicius, o surrealismo dos seus tempos nos Secos & Molhados, os anos 80 de Cazuza e canta a poesia contida na MPB. Canta agora as palavras de Cartola. O traquejo sambista ganha um novo fôlego com o cunho de Ney Matogrosso. “Ney interpreta Cartola” e o seu mais recente álbum e faz parte desta edição especial.
Um presente para ver, ler e ouvir, que concerteza calça bem em muitos sapatinhos.



Ney Matogrosso- Ousar ser
de Bene Fonteles
fotos de Luiz Fernado Borges da Fonseca
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo


// Sara Leão @ 5:07 da tarde
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quarta-feira, dezembro 03, 2003

Biblioteca Almeida Garrett, sábado, 6 de Dezembro, pelas 16 horas 

Lançamento do álbum O Pintor e a Cidade, Cinquenta Aguarelas sobre o Porto.


Aguarelas do pintor António Cruz, textos de Bernardo Pinto de Almeida, Eugénio de Andrade, Fernando Pernes, José-Augusto França, José Bento, Laura Castro, Luísa Dacosta, Mário Cláudio e Vasco Graça Moura.

A edição será apresentada por Baptista-Bastos, sendo que o pintor Júlio Resende proferirá algumas palavras sobre a obra de António Cruz.

Após o lançamento, será projectado o filme-documentário O Pintor e a Cidade realizado por Manoel de Oliveira, que antes da exibição recordará o seu encontro com António Cruz.

Ao mesmo tempo, será inaugurada na Galeria do Palácio a exposição António Cruz – O Pintor e a Cidade – Aguarelas sobre o Porto e outros lugares.


// belém @ 8:23 da tarde
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terça-feira, dezembro 02, 2003

Convite! 

No dia 12 de Dezembro, pelas 21 horas e 30 minutos, terá lugar a apresentação e o lançamento do livro de Maria Alves Veiga "Os dias que não contam", na Biblioteca Municipal de Aveiro. A colectânea de contos será apresentada pelo Prof. Doutor António Manuel Ferreira da Universidade de Aveiro.

Apareçam!

// belém @ 1:54 da tarde
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